
O tempo realmente não pára.
Anda, tropeça, cai, se machuca, se levanta, se ergue.
O mundo não se importa com a sua dor, não se importa em ferir a ferida.
Se há lágrimas, como um rio...
É preciso impinar o nariz nessas horas, é preciso cantar uma canção de disfarce.
Seja como for a canção, ela ajuda a fortalecer a máscara, a desenferrujar o escudo protetor.
Sei como se sente. Não é essa à sua vontade.
Nem à minha.
O mundo dá voltas.
Espero que saiba.




