sábado, 6 de novembro de 2010

Chuva


A chuva caiu sobre o teto
Levou com ela toda sujeira que não poderia ver
Escorreu pelas paredes, pelos becos
Molhou cada pedra, inundou caminhos.

Respiro aliviada o ar puro, o frescor que adentra nos pulmões

Cerro meus olhos ao som dos gotejos
Desta canção que surte efeito aqui por dentro.
Depois do peso o alívio vem sobre a lágrima

Sobre a mesma, o sorriso

Adormeço pensando, depois da chuva...
o sono.